segunda-feira, 6 de julho de 2009

- -> Super Homens?


Desde o inicio da nossa existência sempre tentamos ultrapassar nossos limites...
Fazer novas descobertas,dominar a natureza.
Foi assim com os Homens das Cavernas,quando descobriram o fogo e o dominaram...
Há quem diga que o Ser Humano é o ser mais evoluído intelectualmente?
Quero que venhamos a refletir...
Inteligente?
Sim não podemos negar que ao longo do tempo nossa éspecie realmente veio dando indícios de tal capacidade.
Ao desenvolver vacinas contra doenças,ao realizar viagens espaciais,ao fabricar várias armas de destruição em massa.
Mas de que adianta tantos inventos se o primordial foi esquecido...
As relações humanas estão cada vez mais superficiais e mecânicas.
A tecnologia está substituindo o verdadeiro pelo falso.O homem perdeu-se nessa busca por sabedoria...
Ele perdeu a capacidade de amar e de se doar por completo.
Mata o semelhante,para proporcionar paz...
Que paz é essa que se arma para a guerra?
Não sou contra a tecnologia entendam-me, sou a favor da humanidade.Os avanços tecnológicos
são muito importantes,mas jamais devem substituir o "calor humano".
Vivemos como estivessemos em um" campo de batalha" frequentemente.
Na escola é exigido desde os primeiros anos,que você deve ser o melhor.Tirar notas superiores a seus colegas.No trabalho,você deve ser o melhor funcionário possível.Na faculdade devesse ser dedicado e esforçado,a final você deve ser o melhor aluno se quiser ser um bom profissional.
Tudo isso está correto se não fosse por um único equívoco!
Há pessoas dispostas a fazerem o que for para conquistarem uma posição de destaque.
Para que utilizar a nossa inteligência se as vezes agimos como simples animais primitivos?
Sem nos importar com nosso próximo,demonstrando unicamente indiferença e frieza.
Nos consideramos "Super homens,pois achamos que detemos em nossas mãos todo o poder,achamos que somos infalíveis diante de qualquer situação,achamo-nos Semi-Deuses.
"Super Homens"?
Nós?
Será realmente?
Perdemos o "poder" mais especial e forte que detínhamos em nossas mãos, a simples capacidade de amarmos uns aos outros!

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